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domingo, 29 de setembro de 2013

Obras de Immanuel Kant


Crítica da Razão Pura

 
Título da edição de 1781.
A Crítica da Razão Pura (em alemão, Kritik der reinen Vernunft) é a principal obra de teoria do conhecimento do filósofo Immanuel Kant, cuja primeira edição (A) é de 1781, e a segunda (B), com alterações substanciais feitas pelo autor em determinadas seções, de 1787. A obra é considerada como um dos mais influentes trabalhos na história da filosofia, e dá início ao chamado idealismo alemão. Kant escreveu a Crítica da Razão Pura como a primeira de três "Críticas", seguida pela Crítica da Razão Prática (1788) e a Crítica do Juízo (1790). No prefácio à primeira edição Kant explicita o que ele quer dizer por crítica da razão pura: "Eu entendo aqui, contudo, não uma crítica dos livros e sistemas, mas sim da faculdade da razão em geral, com vistas a todos os conhecimentos que ela pode tentar atingir independentemente de toda a experiência"(A XII). Neste livro Kant tenta responder a primeira das três questões fundamentais da filosofia: "Que podemos saber? Que devemos fazer? Que nos é lícito esperar?" Ele distingue duas formas de saber: O conhecimento empírico, que tem a ver com as percepções dos sentidos, isto é, posteriores à experiência. E o conhecimento puro, aquele que não depende dos sentidos, independente da experiência, ou seja, a priori, universal, e necessário. O conhecimento verdadeiro só é possível pela conjunção entre matéria, proveniente dos sentidos, e forma, que são as categorias do entendimento. No começo do livro Kant esclarece a diferença, fundamental para seu sistema, entre os "juízos sintéticos" e "juízos analíticos", sendo o primeiro aquele que, através da junção de informações distintas chega a uma nova informação. O segundo refere-se à dividir um mesmo objeto em seus constituintes, de modo que suas partes se tornem mais claras, mas que nada mais surja, a não ser aquilo que previamente já estava contido no próprio objeto. Com relação aos "juízos sintéticos" e "analíticos" a posteriori Kant não coloca qualquer problema. Mas afirma que os pensamentos filosóficos correntes se utilizavam de "juízos analíticos" a priori, isto é, apenas andavam em círculos sobre algum conhecimento, reproduzindo-o com palavras diferentes, chegando a conclusões que em nada diferiam daquilo que já estava contido no primeiro pensamento, sem produzir, assim, qualquer novo conhecimento a respeito das questões sobre as quais eram formuladas. Porém o que chamou a atenção de Kant foi a possibilidade de juízos a priori na matemática e na física proporcionarem conhecimento novo, diferente dos sofismas redundantes filosóficos. Assim, Kant percebeu que estas duas ciências eram capazes de elaborar "juízos sintéticos" a priori, por tratarem justamente das leis que regem o conhecimento, dispensando, assim, qualquer experiência para validar seus achados. A partir daí Kant se pergunta se é possível realizar também juízos sintéticos a priori na metafísica, que estava enfraquecida pela obscuridão dos idealistas e praticamente destruída pela perspicácia dos empiristas. Kant principia sua reflexão crítica já na dissertação de 1770, mas, após 11 anos de silêncio bibliográfico, ele lança a Crítica da Razão Pura, contendo uma reflexão sobre a possibilidade de todo conhecimento, dando uma resposta aos empiristas, especialmente David Hume, que foi uma de suas inspirações (Kant disse "Hume me acordou dos meus sonhos dogmáticos"), e aos racionalistas alemães, Gottfried Leibniz e Christian von Wolff. Kant aceita a premissa de que todo conhecimento humano começa a partir da experiência, mas destaca que os empiristas, particularmente Locke, negligenciaram o papel da atividade do entendimento para a origem do conhecimento. Assim, Kant mostra ao longo de sua crítica quais são as condições para qualquer experiência possível, na "Estética Transcendental", analisando quais são as condições a priori para que um dado fenômeno possa ser dado na intuição, chegando às condições de "espaço", para as intuições externas, e "espaço" e "tempo" para as intuições internas. Após a Estética, Kant prossegue para a análise da forma pela qual aquilo que é dado na experiência é organizado em relações que constituem conhecimento. Estas são as categorias do entendimento, determinadas pela razão pura e que, sendo preenchidas pela matéria proveniente da experiência podem formar um conhecimento. Ambas as análises são feitas na chamada "Analítica Transcendental". Em seguida ele parte para a "Dialética Transcendental", parte do livro na qual ele usa esse pensamento elaborado na analítica para mostrar erros de raciocínio impregnados no modo de pensar filosófico de então.

Crítica da Razão Prática


Publicada em 1788, a "Crítica da Razão Prática", a segunda das três "Críticas" publicadas por Kant, dá continuidade à sua investigação crítica acerca dos princípios da moral, então iniciada em 1784, com a publicação da "Fundamentação da Metafísica dos Costumes". Nela Kant analisa as condições de possibilidade para uma moral com pretensão universalista e apresenta mais uma vez o imperativo categórico, forma da lei moral para uma vontade imperfeita. O imperativo categórico - agir de tal modo que a máxima da tua ação possa valer como lei universal - é tomado então como um fato da razão, a revelar como essência sua a liberdade da vontade, liberdade que é assim compreendida como autonomia.


Crítica do Julgamento

Primeira página de Crítica do Julgamento.
A Crítica do Julgamento, ou Crítica do Juízo, (em alemão, Kritik der Urteilskraft) é um livro escrito pelo filósofo Immanuel Kant, em 1790. Terceira das três críticas publicadas, é nesta obra que Kant apresenta e discute o conceito de juízo estético. O título da obra que tem melhor tradução do alemão por Crítica da Faculdade do Juízo, é a terceira e última crítica elaborada pelo filósofo alemão Immanuel Kant. A primeira, Crítica da Razão Pura, examina os limites da razão quanto as possibilidade a priori do conhecimento. A segunda, Crítica da Razão Prática, discorre sobre os limites dos princípios morais já fundamentados a priori na razão. Nesta terceira obra, Kant busca além da razão, ele investiga os limites daquilo que podemos conhecer pela nossa faculdade de julgar, que leva em consideração não apenas a razão, mas também a memória e os sentimentos. Em sua primeira parte – Crítica da Faculdade de Juízo Estético – Kant realiza a analítica do belo através das categorias (qualidade, quantidade, finalismo e modo), do sublime e introduz a noção de gênio. Apesar de Kant discorrer sobre o sublime, ao gênio e consequentemente às Belas Artes não se pode dizer que formulou uma teoria estética já que o juízo estético é reflexionante, portanto subjetivo. Kant não chega numa teoria estética, mas funda as bases da teoria de Wilhelm Friedrich Hegel, poucos anos depois.


Hipótese Kant-Laplace


Teoria Nebular é uma teoria sugerida em 1755 pelo filósofo alemão Immanuel Kante desenvolvida em 1796 pelo matemático francês Pierre-Simon Laplace no livro Exposition du Systéme du Monde. Segundo essa teoria, o Sistema Solar teria se originado há cerca de 4,6 bilhões de anos a partir de uma vasta nuvem de gás e poeira - a nebulosa.


Sistema Solar

Nebulosa solar (arte).
Esse processo teria evoluído na seguinte sequência:

  1. Contração da nebulosa graças à existência de uma força de atração gravitacional gerada pelo aumento da massa em sua região central. Esta contração teria provocado um aumento da velocidade de rotação. O calor gerado no interior dessa nebulosa é tal, que desencadeia reações químicas e físicas que a fazem brilhar;
  2. Achatamento até à forma de disco, com uma massa densa e luminosa de gás em posição central, o proto-sol, correspondente a cerca de 99% da massa da nebulosa;
  3. Durante o arrefecimento do disco nebular em torno do proto-sol houve condensação dos materiais da nébula em grão sólidos. As regiões situadas na periferia arrefeceriam mais rapidamente que as próximas da estrela em formação. Uma vez que a cada temperatura corresponde a condensação de um tipo de material com determinada composição química, teria ocorrido uma separação mineralógica de acordo com a distância ao Sol;
  4. Em cada uma das zonas do disco assim formadas, a força da gravidade provocaria a aglutinação de poeiras, que formariam pequenos corpos chamados planetesimais, com diâmetro de cerca de 100 metros. Os maiores desses corpos atraíram os menores, verificando-se a colisão e o aumento progressivo das dimensões dos planetesimais. Todo este processo, denominado acreção, conduziu à formação de corpos de maiores dimensões, os protoplanetas e posteriormente, aos planetas.

 

A Terra


Nessas condições de elevada temperatura, a Terra e outros planetas terão sofrido dois fenômenos que contribuíram para a sua configuração atual: a diferenciação e a desgaseificação. A diferenciação, resultante do movimento dos materiais mais densos para o interior da Terra, por ação da força da gravidade, contribui para a atual disposição concêntrica das diferentes camadas que a constituem com valores decrescentes de densidade do centro para a periferia. A desgaseificação, traduzido na libertação de grandes quantidades de vapor de água e outros gases do seu interior, estaria na origem da formação da atmosfera primitiva, uma vez que a força gravitacional do nosso planeta é suficientemente forte para reter os gases que se libertavam do seu interior.

Evidências

  • Os planetas mais próximos do Sol são essencialmente constituídos por materiais mais densos e com pontos de fusão mais altos (silicatos, ferro e níquel), enquanto os mais afastados são ricos em elementos gasosos (hidrogênio e hélio) esta constatação é coerente com a ideia de que terá havido maior condensação de elementos pouco voláteis em regiões com temperaturas elevadas mais próximas do Sol, e aí mantidas pela atração gravítica; e de elementos muito voláteis em regiões mais afastadas, mais frias e de menor interação gravítica com o Sol.
  • Todos os planetas realizam movimentos orbitais, translações, regulares, com a mesma direção e quase coplanares (realizadas no mesmo plano), o que apoia a ideia de achatamento da nebulosa inicial com uma rotação em torno de um eixo onde se situaria o proto-Sol.
  • A datação de vários materiais do Sistema Solar aponta para a mesma idade da terra e dos restantes corpos do Sistema Solar. Tal observação dá consistência à ideia de um processo de formação simultâneo.
  • A existência de meteoritos, das cinturas de asteróides interna e externa, asteróides e cometas, bem como a observação de crateras de impacto em Mercúrio, na Lua, em Marte e até na própria Terra, permite considerar razoável o processo de acreção.

 

Uma estranha exceção


Há um pequeno pormenor que poderia por em xeque esta teoria: o planeta-anão Plutão. Como já foi frisado, próximo do Sol formaram-se os planetas telúricos, de grande densidade, como a Terra, Marte, Mercúrio e Vênus, e além do cinturão interno de asteróides, formaram-se os planetas gasosos, de tão baixa densidade que, por exemplo, se arranjássemos água suficiente para colocar Saturno, ele provavelmente flutuaria. Ora, Plutão encontra-se para lá do cinturão de asteróides e não é um planeta gasoso, mas sim telúrico. Os cientistas admitem a hipótese de Plutão ser um ex-satélite natural de Netuno que se libertou da sua atração gravitacional e adquiriu a sua própria órbita. Uma órbita tão estranha que chega a cruzar a órbita de Netuno. Ou então um asteróide ou um planeta de um outro sistema solar que o nosso Sol, através da sua ação gravitacional, atraiu.


Nota 
 
A principal contribuição moderna à hipótese nebular diz respeito principalmente a formação dos planetas a partir do gás existente no disco nebular e é de autoria do físico alemão Carl Friedrich Freiherr von Weizäcker.


Criticismo


Immanuel Kant
O Criticismo tem origem no alemão Kritizismus, representa em filosofia a posição metodológica própria do kantismo. Caracteriza-se por considerar que a análise crítica da possibilidade, da origem, do valor, das leis e dos limites do conhecimento racional constituem-se no ponto de partida da reflexão filosófica. Doutrina filosófica que tem como objeto o processo pelo qual se estrutura o conhecimento. Estabelecida pelo filósofo alemão Immanuel Kant, a partir das críticas ao empirismo e ao racionalismo. As teorias do conhecimento que se desenvolveram na Antiguidade e na Idade Média não colocavam em dúvida a possibilidade de conhecer a realidade tal qual ela é. Contudo as influências do Renascimento levaram, a partir do século XVII, ao questionamento da possibilidade do conhecimento, dando, nas respostas ensaiadas, origem às teorias empiristas e racionalistas. Kant supera essa dicotomia, concluindo que o conhecimento só é possível pela conjunção das suas fontes: a sensibilidade e o entendimento. A sensibilidade dá a matéria e o entendimento as formas do conhecimento. O criticismo kantiano tinha como objetivo principal a critica das faculdades cognitivas do homem, no sentido de conhecermos os seus limites. Em consequência dessa «crítica», foi levado à negação da possibilidade de a razão humana conhecer a essência das coisas (númeno). Assim, em sentido geral, merece a denominação de criticismo a postura que preconiza a investigação dos fundamentos do conhecimento como condição para toda e qualquer reflexão filosófica. Segundo esta posição, a pergunta pelo conhecer deve ter primazia sobre a pergunta acerca do ser, uma vez que, sem aquela, não se pode garantir com segurança sobre que base a questão do ser está a ser afirmada. Levado às suas últimas consequências, o criticismo pode ser encarado como uma atitude que nega a verdade de todo conhecimento que não tenha sido, previamente, submetido a uma crítica de seus fundamentos. Neste sentido, o criticismo aproxima-se do cepticismo, por pretender averiguar o substrato racional de todos os pressupostos da ação e do pensamento humanos. Devemos referir que tal como o dogmatismo o criticismo acredita na razão humana e confia nela. Mas ao contrario do dogmatismo, o criticismo "pede contas à razão". Em sentido restrito, o criticismo é empregue para denominar uma parte da filosofia kantiana (aquela que diz respeito à questão do conhecimento). Esta propõe-se investigar as categorias ou formas "a priori" do entendimento. A sua meta consiste em determinar o que o entendimento e a razão podem conhecer, encontrando-se livres de toda experiência, bem como os limites impostos a este conhecimento pela necessidade de fazer apelo à experiência sensível para conhecermos. Este projeto pretende fundamentar um pensamento metafísico de carácter cético. Entre o cepticismo e o dogmatismo, o criticismo kantiano instaura-se como a única possibilidade de repensar as questões próprias à metafísica. Como sabemos o Dogmatismo, ele tem certeza pode conhecer. Ele tem a crença na possibilidade de conhecer, ele usa os sentidos para solucionar o problema, ele usa a razão e busca de qualquer jeito a verdade. O dogmatismo critico: é possível conhecer, mas não de maneira trivial. Crê que a razão e os sentidos podem ser enganosos. Porém, o homem pode superar a ilusão e encontrar a verdade. O dogmatismo ingênio: Acredita que vê, percebe, as coisas (o fenômeno) como são. O Ceticismo, ele não tem certeza suspende o juízo, ele não a conhecimento, duvida da crença dos sentidos, duvida da razão, suspensão do juízo. Ceticismo Subjetivista: faz a relação entre o "sujeito e o objeto". Cético relativista: o cético relativista dado a multiplicidade do mundo não fundamento nenhum tipo de conhecimento nenhum tipo de conhecimento absoluto.


Númeno


Númeno (do grego νοούμενoν) é um objecto ou evento postulado que é conhecido sem a ajuda dos sentidos. Na filosofia antiga, a esfera do númeno é a realidade superior conhecida pela mente filosófica. No entanto, este termo é melhor conhecido da filosofia de Immanuel Kant. No kantismo, o númeno é o real tal como existe em si mesmo, de forma independente da perspectiva necessariamente parcial em que se dá todo o conhecimento humano; coisa-em-si, nômeno, noúmeno (embora possa ser meramente pensado, por definição é um objeto incognoscível). Está ligado, em Kant, à expressão coisa em si, no original Ding an sich, embora a natureza desta relação tenha alguma controvérsia. O termo é geralmente usado em contraste ou em relação com fenômeno, que em filosofia se refere que aparece aos sentidos, isto é, é um objecto dos sentidos. Obs.: por "perspectiva necessariamente parcial" devemos entender por aquilo que ocorre no tempo, portanto númeno é um real que não depende do tempo para existir, e por isso o conceito de númeno se opõe ao conceito de fenômeno ('no kantismo'). Equivale ao real absoluto. Etimologia: advém do alemão Noumenon, plural noumena, palavra criada pelo filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), a partir do grego nooúmena usada por Platão ao falar da idéia, propriamente 'aquilo que é pensado, pensamento', neutro plural substantivado de nooúmenos, particípio presente passivo de noéó'pensar'.


Citações

  • "Duas coisas que me enchem a alma de crescente admiração e respeito, quanto mais intensa e freqüëntemente o pensamento dela se ocupa: o céu estrelado sobre mim e a lei moral dentro de mim".
- Zwei Dinge erfüllen das Gemüt mit immer neuer and zunehmenden Bewunderung und Ehrfurcht, je öfter und anhaltender sich das Nachdenken damit beschäftigt: Der bestirnte Himmel über mir, und das moralische Gesetz in mir.
- fonte: "Werke in sechs Bänden" [Obras em seis volumes], capítulo "Kritik der Praktischen Vernunft" [Crítica da Razão Prática]; Berschluss; página 300; Por Immanuel Kant, Wilhelm Weischedel; Publicado por Insel-Verlag, 1786
- inscrita na lápide de seu túmulo em Königsberg
  • "Experiência é percepção compreendida".
- Erfahrung ist verstandene Wahrnehmung
- citado em "Approches de la Critique de la raison pure: études sur la philosophie théorique de Kant", Volume 31 de Studien und Materialien zur Geschichte der Philosophie, Robert Theis, Editora G. Olms, 1991, ISBN 3487094355, 9783487094359, 199 páginas
  • "Não se ensina filosofia; ensina-se a filosofar".
- citado em "Revista Brasileira de Filosofia‎" - Volume 16, Página 149, 1966
  • "A moral, propriamente dita, não é a doutrina que nos ensina como sermos felizes, mas como devemos tornar-nos dignos da felicidade".
- Daher ist auch die Moral nicht eigentlich die Lehre, wie wir uns glücklich machen, sondern wie wir der Glückseligkeit würdig werden sollen.
- Kritik der praktischen Vernunft‎ - Página 90, Immanuel Kant - 1827
  • "Age de modo que consideres a humanidade tanto na tua pessoa quanto na de qualquer outro, e sempre como objetivo, nunca como simples meio".
- Handle so, daß du die Menschheit, sowohl in deiner Person, als in der Person eines jeden andern, jederzeit zugleich als Zweck, niemals bloß als Mittel brauchest.
- Werke in sechs Bänden: Schriften zur Ethik und Religionsphilosophie‎ - Página 61, Immanuel Kant, Wilhelm Weischedel - Insel-Verlag, 1786
  • "A geometria é uma ciência sobre as propriedades do espaço de forma sintética e ainda determinado a priori".
- Geometrie ist eine Wissenschaft, welche die Eigenschaften des Raums synthetisch und doch a priori bestimmt.
- Werke in sechs Bänden: Kritik der reinen Vernunft‎ - Volume 2, Página 74, Immanuel Kant, Wilhelm Weischedel - Insel-Verlag, 1787
  • "É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade".
- denn hinter der Edukation steckt das grosse Geheimniss der Vollkommenheit der menschlichen Natur
- "Ueber Padagogik" in: "I. Kant's sämmtliche werke: In chronologischer Reihenfolge", Volume 8, Parte 2‎ - Página 460, Immanuel Kant, Gustav Hartenstein, Friedrich Theodor Rink, Gottlob Benjamin Jaesche - 1803
  • "É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas idéias".
- Kinder Anfangs in die Schule, nicht schon in der Absicht, damit sie dort etwas lernen sollen, sondern damit sie sich daran gewöhnen mögen, still zu sitzen und pünktlich das zu beobachten, was ihnen vorgeschrieben wird, damit sie nicht in Zukunft jeden ihrer Einfälle wirklich auch und augenblicklich in Ausübung bringen mögen.
- "Ueber Padagogik" in: "I. Kant's sämmtliche werke: In chronologischer Reihenfolge", Volume 8, Parte 2‎ - Página 458, Immanuel Kant, Gustav Hartenstein, Friedrich Theodor Rink, Gottlob Benjamin Jaesche - L. Voss, 1803
  • "Pensamentos sem conteúdos são vazios; intuições sem conceitos são cegas".
- Gedanken ohne Inhalt sind leer, Anschauungen ohne Begriffe sind blind
- Crítica da Razão Pura, A 51 / B 75
  • "O sonho é uma arte poética involuntária".
- den Traum eine unwillkürliche Dichtkunst.
- "Anthropologie"; como citado em "Das Inzest-Motiv in Dichtung und Sage"‎ - Página 12, Otto Rank - F. Deuticke, 1926 - 652 páginas
  • "É precisamente ao conhecer seus limites que a filosofia existe".
- 'O Livro da Filosofia, Editora Globo, ISBN 9788525049865
  • "Só podemos falar de espaço do ponto de vista humano".
- 'O Livro da Filosofia, Editora Globo, ISBN 9788525049865
  • "A razão humana é atormentada por questões que não pode rejeitar, mas também não pode resolver".
- 'O Livro da Filosofia, Editora Globo, ISBN 9788525049865
  • "A razão só tem um insight sobre aquilo que ela cria depois de um plano próprio".
- 'O Livro da Filosofia, Editora Globo, ISBN 9788525049865


  • "Só há uma religião verdadeira, mas podem haver muitas espécies de fé".
- Es ist nur eine (wahre) Religion; aber es kann vielerlei Arten 'des' Glaubens geben.
- Die Religion innerhalb der Grenzen der blossen Vernunft - página 145, Immanuel Kant, bey Friedrich Nicolovius, 1793, 296 páginas
  • "A democracia constitui necessariamente um despotismo, porquanto estabelece um poder executivo contrário à vontade geral. Sendo possível que todos decidam contra um cuja opinião possa diferir, a vontade de todos não é por tanto a de todos, o qual é contraditório e oposto à liberdade".
- Unter den drei Staatsformen ist die der Demokratie, im eigentlichen Verstände des Worts, nothwendig ein Despotismus, weil sie eine executive Gewalt gründet, da Alle über und allenfalls auch wider Einen, (der also nicht mit einstimmt,) mithin Alle, die doch nicht Alle sind, beschließen; welches ein Widerspruch des allgemeinen Willens mit sich selbst und mit der Freiheit ist.
- Immanuel Kant's Werke, Volumes 5-6, página 425, Immanuel Kant's Werke, Immanuel Kant, Editora Modes und Baumann, 1838
  • "O homem é ciumento quando ele ama sua esposa, mesmo sem que ela o ame".
- der Mann ist eifersüchtig, wenn er liebt; die Frau auch ohne daß sie liebt
- Anthropologie in pragmatischer Hinsicht‎ - Página 290, Immanuel Kant - Univ.-Buchh., 1820 - 332 páginas
  • "O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele".
- Der Mensch kann nur Mensch werden durch Erziehung. Er ist nichts, als was die Erziehung aus ihm macht.
- Über Pädagogik‎ - Página 11, Immanuel Kant - Nicolovius, 1803 - 146 páginas
  • "O homem é o único animal que precisa trabalhar".
- Der Mensch ist das einzige Tier, das arbeiten muß.
- Über Pädagogik (1803)
  • "A religião é o reconhecimento de todos os nossos deveres como preceitos divinos".
- Religion ist (subjektiv betrachtet) das Erkenntnis aller unserer Pflichten als göttlicher Gebote
- Werke in sechs Bänden: Schriften zur Ethik und Religionsphilosophie‎ - Página 822, Immanuel Kant, Wilhelm Weischedel - 1786
  • "Faça de maneira que a máxima de tua vontade possa ser o tempo todo princípio de uma lei geral".
- Handle so, daß die Maxime deines Willens jederzeit zugleich als Prinzip einer allgemeinen Gesetzgebung gelten kann.
- Werke in sechs Bänden: Schriften zur Ethik und Religionsphilosophie‎ - Volume 4, Página 140, Immanuel Kant, Wilhelm Weischedel - Insel-Verlag, 1786
  • "Voltaire disse que o céu nos tem dado para contrabalançar as muitas dificuldades da vida duas coisas: a esperança e sono".
- Voltaire sagte, der Himmel habe uns zum Gegengewicht gegen die vielen Mühseligkeiten des Lebens zwei Dinge gegeben: die Hoffnung und den Schlaf.
- Sämmtliche Werke, Volume 4 (kritik der urtheilskraft und beobachtungen uber das gefuhl der schonen und erhabenen), página 209-210, Immanuel Kant, Leopold Voss, 1838

Referências