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| Auto-retrato com paleta. |
Jean-Baptiste
Camille Corot. Nasceu
em Paris, a 16 de Julho de 1796, e, faleceu em Ville-d'Avray, a 22 de
Fevereiro de 1875. Corot foi um pintor realista francês. Filho de
uma família de comerciantes abastados, Jean-Baptiste Camille Corot,
teve uma infância confortável e estável, tendo trabalhado numa
loja do pai. Corot fez seus estudos na cidade de Rouen, onde foi
hospedado pela família Sennegon,
uns vendedores de tecidos, amigos do seu pai. Denis
Sennegon casou-se
com a irmã de Camille Corot, Annette-Octavie.
Corot, fez retratos de vários membros da família Sennegon. Destes,
onze são conhecidos e dois estão expostos no Museu do Louvre.
Nesses retratos, Corot (que nessa época raramente pintava figuras ou
paisagens), teve oportunidade de se sentir à vontade com os modelos.
Tais obras estão entre as mais notáveis de suas figuras. Durante
viagem à Itália pintou "O
Coliseu"
(1825), mostrando a sua formação essencialmente clássica e algumas
inovações a nível da luz.
Galeria de artes
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| Le pont de Narni |
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| Honfleur. Calvaire |
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| Cathédrale de Chartres |
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| Forêt de Fontainebleau (Le Chêne) |
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| Maisons et moulin sur les rives d'un cours d'eau |
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| Portrait d'Octavie Sennegon |
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| Ville et lac de Côme |
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| Agar dans le désert |
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De
volta à França, abandonou o academicismo em favor de um estilo
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| Camille Corot retratado por Nadar. |
paisagístico realista. Construiu então, uma pintura puramente
paisagista, rural e citadina e marcada pela mestria na gradação
tonal de luzes e sombras e pelo rigor construtivo da composição. As
suas obras apresentavam-se expressivas e possuidoras de uma linguagem
muito própria, caracterizadas pela serenidade. Fato este devido à
sua anterior permanência em Itália. Após várias exposições sem
muito sucesso no Salão de Paris, começou a receber a atenção da
crítica (1840), devido a quadros como "O
Bosque de Fontainebleau"
e "O
Pastorzinho",
e ganhou a cruz da Legião de Honra (1846). Pintou, também,
monumentos de variadas cidades européias, entre os quais se destacam
da Catedral de
Chartres (é
feita referência a esta conhecida pintura no romance Caminho
de Swann de
Marcel Proust,
em que o jovem narrador descreve a obsessão de sua avó em não
dar-lhe nunca fotografias de monumentos, mas fotografias de pinturas
de monumentos, como é o caso do quadro de Corot). A evolução da
paisagem clássica para a realista deve-se, em parte, ao seu trabalho
em Itália. Tornou-se grande amigo de vários pintores, entre eles
Théodore Rousseau
e Charles-François
Daubigny. Também
foi amigo e discípulo de Corot o pintor Henri
Nicolas Vinet que
se mudou para o Brasil e aqui permaneceu até o final de sua
existência. Excelente paisagista, deixou trabalhos da melhor
qualidade, mostrando o quanto foi proveitoso o seu aprendizado com o
insigne mestre francês. Com uma carreira artística recheada com as
melhores coisas que a vida nos pode dar, Corot morreu em Paris, em
1875.
Galeria de artes
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| Venise, La Piazzetta |
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| Femme assise aux seins nus |
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| Rosny (Yvelines). Le château de la duchesse de Berry |
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| Saint-André-en-Morvan |
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| Lesendes Mädchen in rotem Trikot |
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| La Rochelle, Hafeneinfahrt |
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| Le Chemin de Sèvres. Vue de Paris |
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| Le beffroi de Douai |
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Referências
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