domingo, 31 de agosto de 2014

Romantismo (movimento)


Romantismo. Em fins do século XVIII tinha-se , em toda a Europa, a impressão de que o Classicismo era terreno sáfaro. A rigidez clássica, que tolhia a liberdade de composição, já não agradava a ninguém: todos ansiavam por qualquer coisa nova. Na Alemanha, o filósofo Johann Gottlieb Fichte fazia discursos de fogoso patriotismo, incitando os jovens à revolta, à luta contra o absolutismo dos poderosos, o personalismo de um rei, contra tudo que revelasse influência francesa ou ambição napoleônica. O sistema filosófico de Fichte e seus discípulos transformava-se numa espécie de panteísmo: era a revolução filosófica, a revolução política, a revolução das letras. Surgia um lirismo novo, absolutamente pessoal. Nada de heróis, de seres perfeitos; o homem é a medida de todas as coisas – dizia-se; o homem é fraco, tem momentos de covardia e desânimo, mas instantes há em que, livre e bela, a sua alma se expande e ele é gigante, e ele é deus. O escritor, desse modo, procurava emancipar-se da proteção de mecenas e da situação de dependente do público burguês para, aureolado de admiração, ganhar nova consciência de seu papel relativamente às massas. Têm-se como chefes da escola romântica alemã a Friedrich Schiller, Johann Wolfgang von Goethe, o genial autor de “Werther” que, na verdade, prepararam o terreno
Johann Gottlieb Fichte
para o Romantismo. Na verdade seus dirigentes foram os irmãos Schlegel (Friedrich e August Wilhelm), os irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm), o filósofo Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling e, ainda, Christian Johann Heinrich Heine. Mas foi na França que o Romantismo adquiriu vulto e consistência. O pai e estruturador do Romantismo francês foi Victor Hugo (Victor-Marie Hugo), que lançou o que se conhece como “Manifesto do Romantismo”, no prefácio de seu drama “Cromwell” (1827): “destruamos as teorias, as poéticas e os sistemas; abaixo o velho estudo que mascara a fachada da arte. Não há regras nem modelos, além das leis gerais da natureza e das leis especiais que para cada composição derivam das condições de cada assunto”. Estavam abaladas as velhas crenças, as antigas tradições literárias, o Classicismo. Surgia a Era do Ego, da Individualidade, do Subjetivismo. Outros românticos franceses foram: Lamartine (Alphonse Marie Louis de Prat de Lamartine), Chateaubriand (François René Auguste de Chateaubriand), Madame de Staël (Anne-Louise Germaine Necker). Na Inglaterra o Romantismo surge caracterizado pela luta antinapoleônica e dirigido para a poesia popular. Seus maiores representantes foram Lord Byron (George Gordon Byron) e Walter Scott; o primeiro representava para a juventude de sua época o herói romântico, perseguido pela fatalidade; o segundo fez nascer os sonhos de liberdade, com seus relatos em prosa e verso.



Características do Romantismo – Religiosidade: Elemento de exigência sentimental, pois que o povo é romântico e a literatura deve refletir o povo.

Entusiasmo pela Natureza: As descrições da natureza se tornaram uma constante nos dois gêneros preferidos pela escola: a poesia lírica e o romance.

Medievalismo: Retorno aos temas da Idade Média (tradições, romances de cavalaria, superstições, costumes, lendas etc.).

Nacionalismo: Exaltada consciência de uma Pátria.

Subjetivismo: O autor sentia e vibrava, antes de provocar alheio sentimento, alheia vibração: o autor volvia sobre sua intimidade, focalizando a si mesmo como assunto principal pela análise do “Eu”.

Liberdade de Fundo, de Inspiração e de Forma: O escritor não estava mais obrigado a buscar temas na Roma ou na Grécia: a mitologia pagã foi substituída pelas tradições populares.

Imaginação: Esta sobrepujou a razão num programa atrevido formulado por Victor Hugo: nada de regras nem de modelos.

Sentimentalismo: O sentimentalismo tomou proporções de epidemia, numa tristeza vaga, numa insaciedade tediosa e às vezes mórbida (“mal do século”).

Simplificação dos Gêneros Literários: Principalmente no teatro, onde se extingue a lei das três unidades. Nasceu o drama, fusão da tragédia e da comédia, que pintava o mundo, a realidade da vida.




Contexto histórico



A Revolução Belga, por Gustaf Wappersde Wappers.
O culto à natureza e à imaginação já havia começado com os escoceses no século XIII, quando surgiram as primeiras histórias de cavaleiros e donzelas, em verso. Nessa época, as narrativas eram chamadas de romance, palavra que deriva do advérbio latino romanice, que significa "na língua de Roma". A origem do que viria a ser conhecido como "romantismo", no entanto, fora plantada no século XVII, quando o "espírito clássico" começaria a ser contestado na Grã-Bretanha. O romantismo surgiu na Europa em uma época em que o ambiente intelectual era de grande rebeldia. Na política, caíam sistemas de governo despóticos e surgia o liberalismo político (não confundir com o liberalismo econômico do Século XX). No campo social imperava o inconformismo. No campo artístico, o repúdio às regras. A Revolução Francesa é o clímax desse século de oposição. Alguns autores neoclássicos já nutriam um sentimento mais tarde dito romântico antes de seu nascimento de fato, sendo assim chamados pré-românticos. Nesta classificação encaixam-se Francisco Goya e Manuel Maria Barbosa du Bocage. O romantismo surge inicialmente naquela que futuramente seria a Alemanha e na Inglaterra. Na Alemanha, o romantismo, teria, inclusive, fundamental importância na unificação germânica com o movimento Sturm und Drang (“tempestade e ímpeto”, foi um movimento literário romântico alemão, que ocorreu no período entre 1760 a 1780.). O romantismo viria a se manifestar de forma bastante variada nas diferentes artes e marcaria, sobretudo, a literatura e a música (embora ele só venha a se manifestar realmente aqui mais tarde do que em outras artes). À medida que a escola foi sendo explorada, foram surgindo críticos à sua demasiada idealização da realidade. Destes críticos surgiu o movimento que daria forma ao realismo. No Brasil, o romantismo coincidiu com a Independência política do Brasil em 1822, com o Primeiro reinado, com a guerra do Paraguai e com a campanha abolicionista.




Características



O romantismo seria dividido em três gerações:



  • 1ª geração — As características centrais do romantismo viriam a ser o lirismo, o subjetivismo, o sonho de um lado, o exagero, a busca pelo exótico e pelo inóspito de outro. Também destacam-se o nacionalismo, presente da colectânea de textos e documentos de caráter fundacional e que remetam para o nascimento de uma nação, fato atribuído à época medieval, a idealização do mundo e da mulher e a depressão por essa mesma idealização não se materializar, assim como a fuga da realidade e o escapismo. A mulher era uma musa, ela era amada e desejada mas não era tocada.
  • 2ª geração — Posteriormente também seriam notados o pessimismo e um certo gosto pela morte, religiosidade e naturalismo. A mulher era alcançada mas a felicidade não era atingida.
  • 3ª geração — Seria a fase de transição para outra corrente literária, o realismo, a qual denuncia os vícios e males da sociedade, mesmo que o faça de forma enfatizada e irônica (vide Eça de Queirós), com o intuito de pôr a descoberto realidades desconhecidas que revelam fragilidades. A mulher era idealizada e acessível.

 

Individualismo


Os românticos libertam-se da necessidade de seguir formas reais de intuito humano, abrindo espaço para a manifestação da individualidade, muitas vezes definida por emoções e sentimentos.


Subjetivismo


O romancista trata dos assuntos de forma pessoal, de acordo com sua opinião sobre o mundo. O subjetivismo pode ser notado através do uso de verbos na primeira pessoa. Trata-se sempre de uma opinião parcelada, dada por um individuo que baseia sua perspectiva naquilo que as suas sensações captam. Com plena liberdade de criar, o artista romântico não se acanha em expor suas emoções pessoais, em fazer delas a temática sempre retomada em sua obra.


Idealização


Empolgado pela imaginação, o autor idealiza temas, exagerando em algumas de suas características. Dessa forma, a mulher é vista como uma virgem frágil, o índio é visto como herói nacional e a noção de pátria também é idealizada.


Sentimentalismo exacerbado


Praticamente todos os poemas românticos apresentam sentimentalismo já que essa escola literária é movida através da emoção, sendo as mais comuns a saudade, a tristeza e a desilusão. Os poemas expressam o sentimento do poeta, suas emoções e são como o relato sobre uma vida. O romântico analisa e expressa a realidade por meio dos sentimentos. E acredita que só sentimentalmente se consegue traduzir aquilo que ocorre no interior do indivíduo relatado. Emoção acima de tudo.


Egocentrismo


Como o nome já diz, é a colocação do ego no centro de tudo. Vários artistas românticos colocam, em seus poemas e textos, os seus sentimentos acima de tudo, destacando-os na obra. Pode-se dizer, talvez, que o egocentrismo é um subjetivismo exagerado.


Natureza interagindo com o eu lírico


A natureza, no romantismo, expressa aquilo que o eu-lírico está sentindo no momento narrado. A natureza pode estar presente desde as estações do ano, como formas de passagens, à tempestades, ou dias de muito sol. Diferentemente do Arcadismo, por exemplo, que a natureza é mera paisagem. No romantismo, a natureza interage com o eu-lírico. A natureza funciona quase como a expressão mais pura do estado de espírito do poeta.


Grotesco e sublime


Há a fusão do belo e do feio, diferentemente do arcadismo que visa a idealização do personagem principal, tornando-o a imagem da perfeição. Como exemplo, temos o conto de “A Bela e a Fera”, no qual uma jovem idealizada, se apaixona por uma criatura horrenda.


Medievalismo


Alguns românticos se interessavam pela origem de seu povo, de sua língua e de seu próprio país. Na Europa, eles acharam no cavaleiro fiel à pátria um ótimo modo de retratar as culturas de seu país. Esses poemas se passam em eras medievais e retratavam grandes guerras e batalhas.


Indianismo


É o medievalismo "adaptado" ao Brasil. Como os brasileiros não tinham um cavaleiro para idealizar, os escritores adotaram o índio como o ícone para a origem nacional e o colocam como um herói. O indianismo resgatava o ideal do "bom selvagem" (Jean-Jacques Rousseau), segundo o qual a sociedade corrompe o homem e o homem perfeito seria o índio, que não tinha nenhum contato com a sociedade européia.


Byronismo


Inspirado na vida e na obra de Lord Byron, poeta inglês. Estilo de vida boêmio, voltado para vícios, bebida, fumo , podendo estar representado no personagem ou na própria vida do autor romântico. O byronismo é caracterizado pelo narcisismo, pelo egocentrismo, pelo pessimismo, pela angústia.




Romantismo nas belas-artes



A Liberdade Guiando o Povo por Eugène Delacroix.
Segundo Giulio Carlo Argan na sua obra “Arte Moderna”. O romantismo e o neoclassicismo são simplesmente duas faces de uma mesma moeda. Enquanto o neoclássico busca um ideal sublime, objetivando o mundo, o romântico faz o mesmo, embora tenda a subjetivar o mundo exterior. Os dois movimentos estão interligados, portanto, pela idealização da realidade (mesmo que com resultados diversos). As primeiras manifestações românticas na pintura ocorreram quando Francisco Goya passou a pintar depois de começar a perder a audição. Um quadro de temática neoclássica como Saturno devorando seus filhos, por exemplo, apresenta uma série de emoções para o espectador que o fazem se sentir inseguro e angustiado. Goya cria um jogo de luz-e-sombra, linhas de composição diagonais e pinceladas "grosseiras" de forma a acentuar a situação dramática representada. Apesar de Goya ter sido um acadêmico, o romantismo somente chegaria à Academia mais tarde. O francês Eugène Delacroix é considerado um pintor romântico por excelência.
Eugène Delacroix (auto-retrato).
Sua tela “A Liberdade Guiando o Povo” reúne o vigor e o ideal românticos em uma obra que estrutura-se em um turbilhão de formas. O tema são os revolucionários de 1830 guiados pelo espírito da Liberdade (retratados aqui por uma mulher carregando a bandeira da França). O artista coloca-se metaforicamente como um revolucionário ao se retratar em um personagem da turba, apesar de olhar com uma certa reserva para os acontecimentos (refletindo a influência burguesa no romantismo). Esta é provavelmente a obra romântica mais conhecida. A busca pelo exótico, pelo inóspito e pelo selvagem formaria outra característica fundamental do romantismo. Exaltavam-se as sensações extremas, os paraísos artificiais, a natureza em seu aspecto mais bruto. Lançar-se em "aventuras" ao embarcar em navios com destino aos polos, por exemplo, tornou-se uma forma de inspiração para alguns artistas. O pintor inglês William Turner refletiu este espírito em obras como “Mar em Tempestade” onde o retrato de um fenômeno da Natureza é usado como forma de atingir os sentimentos supracitados. Géricault (Jean-Louis André Théodore Géricault) é outro dos grandes nomes do romantismo na pintura. A sua obra A Jangada da Medusa, pintada por volta de 1819, com a mistura entre os elementos barrocos, o naturalismo e o dramatismo pessoal das personagens, é uma das mais célebres pinturas do movimento romântico.



Romantismo na literatura



William Blake
O romantismo surge na literatura quando os escritores trocam o mecenato aristocrático pelo editor, precisando assim cativar um público leitor. Esse público estará entre os pequenos burgueses, que não estavam ligados aos valores literários clássicos e, por isso, apreciariam mais a emoção do que a sutileza das formas do período anterior. A história do romantismo literário é bastante controversa. Em primeiro lugar, as manifestações em poesia e prosa popular na Inglaterra são os primeiros antecedentes, embora sejam consideradas "pré-românticas" em sentido lato. Os autores ingleses mais conhecidos desse pré-romantismo "extra-oficial" são William Blake (cujo misticismo latente em The Marriage of Heaven and Hell - O Casamento do Céu e Inferno, 1793 atravessará o romantismo até o Simbolismo) e Edward Young (cujos Night Thoughts - Pensamentos Noturnos, 1742, re-editados por Blake em 1795, influenciarão o ultrarromantismo), ao lado de James Thomson, William Cowper e Robert Burns. O romantismo "oficial" é reconhecido nas figuras de Samuel Taylor Coleridge e William Wordsworth (Lyrical Ballads - Baladas Líricas, 1798), fundadores; Lord Byron (Childe Harold's Pilgrimage, Peregrinação de Childe Harold, 1818), Percy Bysshe Shelley (Hymn to Intellectual Beauty - Hino à Beleza Intelectual, 1817) e John Keats (Endymion, 1817), após o Romantismo de Jena. Em segundo lugar, os alemães procuraram renovar sua literatura através do retorno à natureza e à essência humana, com assídua recorrência ao "pré-romantismo extra-oficial" da Inglaterra. Esses escritores alemães formaram o movimento Sturm und Drang ("tempestade e ímpeto"), donde surge então, mergulhado no sentimentalismo, o pré-romantismo "oficial", isto é, conforme as convenções historiográficas. Goethe (Die Leiden des Jungen Werther - O Sofrimento do Jovem Werther, 1774), Schiller (An die Freude - Ode à Alegria, 1785) e Johann Gottfried Herder (Auszug aus einem Briefwechsel über Ossian und die Lieder alter Völker - Extrato da correspondência sobre Ossian e as canções dos povos antigos, 1773) formam a Tríade. Alguns jovens alemães, como Friedrich Schegel e Novalis (Georg Philipp Friedrich von Hardenberg), com novos ideais artísticos, afirmam que a literatura, enquanto arte literária, precisa expressar não só o sentimento como também o pensamento, fundidos na ironia e na auto-reflexão. Era o "romantismo de Jena", o único romantismo autêntico em nível internacional. Em terceiro lugar, a difusão europeia do romantismo tomou como românticas as formas pré-românticas da Inglaterra e da Alemanha, privilegiando, portanto, apenas o sentimentalismo em detrimento da complicada reflexão do romantismo de Jena. Por isso, mundialmente, o romantismo é uma extensão do pré-romantismo. Assim, na França, destacam-se Stendhal (Henri-Marie Beyle), Victor Hugo e Alfred de Musset; na Itália Giacomo Leopardi e Alessandro Manzoni; em Portugal Almeida Garrett e Alexandre Herculano; na Espanha José de Espronceda e José Zorilla. Tendo o liberalismo
Victor Hugo
como referência ideológica, o romantismo renega as formas rígidas da literatura, como versos de métrica exata. O romance se torna o gênero narrativo preferencial, em oposição à epopéia. É a superação da retórica, tão valorizada pelos clássicos. Os aspectos fundamentais da temática romântica são o historicismo e o individualismo. O historicismo está representado nas obras de Walter Scott (Inglaterra), Vitor Hugo (França), Almeida Garrett (Portugal), José de Alencar (Brasil), entre tantos outros. São resgates históricos apaixonados e saudosos ou observações sobre o momento histórico que atravessava-se àquela altura, como no caso de Honoré de Balzac ou Stendhal (ambos franceses). A outra vertente, focada no individualismo, traz consigo o culto do egocentrismo, vazado de melancolia e pessimismo (Mal-do-Século). Pelo apego ao intimismo e a valores extremados, foram chamados de Ultra-Românticos. Esses escritores como Byron, Alfred de Musset e Álvares de Azevedo beberam do Sturm und Drang alemão, perpetuando as fontes sentimentais. O romantismo é um movimento que vai contra o avanço da modernidade em termos da intensa racionalização e mecanização. É uma crítica à perda das perspectivas que fogem àquelas correlacionadas à razão. Por parte o romantismo nos mostra como bases de vida o amor e a liberdade.


Romantismo na música



Beethoven (1820), por Joseph Karl Stieler.
As primeiras evidências do romantismo na música aparecem com Ludwig van Beethoven. Suas sinfonias, a partir da terceira, revelam uma música com temática profundamente pessoal e interiorizada, assim como algumas de suas sonatas para piano também, entre as quais é possível citar a “Sonata Patética”. Outros compositores como Chopin (Fryderyk Franciszek Chopin ou Szopen), Tchaikovsky (Pyotr Ilyich Tchaikovsky), Felix Mendelssohn (Jakob Ludwig Felix Mendelssohn Bartholdy), Franz Liszt, Edvard Hagerup Grieg e Johannes Brahms levaram ainda mais adiante o ideal romântico de Beethoven, deixando o rigor formal do classicismo para escreverem músicas mais de acordo com suas emoções. Na ópera, os compositores mais notáveis foram Verdi (Giuseppe Fortunino Francesco Verdi) e Wagner (Wilhelm Richard Wagner). O primeiro procurou escrever óperas, em sua maioria, com conteúdo épico ou patriótico - entre as quais as óperas “Nabucco”, “I Vespri Sicilianni”, “I Lombardi nella Prima Crociata” - embora tenha escrito também algumas óperas baseadas em histórias de amor como “La Traviata”; O segundo enfocava histórias mitológicas germânicas, caso da Tetralogia do “Anel do Nibelungo” e outras óperas como “Tristão e Isolda” e “O Holandês Voador”, ou sagas medievais como “Tannhäuser”, “Lohengrin” e “Parsifal”. Mais tarde na Itália o romantismo na ópera se desenvolveria ainda mais com Puccini (Giacomo Antonio Domenico Michele Secondo Maria Puccini).



Referências


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